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terça-feira, 18 de março de 2025

Relato, Ele se sentia preso em uma rotina sem fim

 

 Havia um homem solitário que vivia em um apartamento pequeno e escuro no centro da cidade. Ele passava seus dias trabalhando em um escritório sem graça e voltava para casa à noite para comer um jantar solitário e assistir TV.


Ele se sentia preso em uma rotina sem fim, sem amigos ou conexões significativas em sua vida. Ele se perguntava se havia algo mais na vida além do que ele estava experimentando.


Um dia, enquanto caminhava pelo parque próximo, ele notou um grupo de pessoas tocando música e dançando juntas. Ele se aproximou e foi calorosamente recebido pelo grupo, que o convidou para dançar com eles.


O homem ficou surpreso com a sensação de alegria e liberdade que sentia ao se mover ao som da música. Ele se sentiu vivo e conectado ao mundo ao seu redor.


A partir daquele dia, o homem começou a frequentar aulas de dança regularmente e conheceu muitas pessoas novas e interessantes. Ele encontrou uma paixão pela dança e descobriu um novo senso de propósito em sua vida.


Ele percebeu que a vida não precisava ser solitária e sem sentido, mas sim cheia de beleza e oportunidades. Ele agradeceu ao universo por ter lhe apresentado a dança e a comunidade incrível que ele encontrou através dela.


FIM

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Lindo Relato, A casa de taipa, com suas paredes rachadas pelo tempo e telhado de palha desbotado pelo sol, era a única morada que a família Silva conhecia.

 



A casa de taipa, com suas paredes rachadas pelo tempo e telhado de palha desbotado pelo sol, era a única morada que a família Silva conhecia
📘📝🏡

🏡Era ali, em meio ao verdejante e vasto campo, que a vida se desenrolava em ritmo lento e simples. O pai, José, um homem de mãos calejadas pelo trabalho árduo na roça, plantava e colhia com a força de um touro, enquanto a mãe, Maria, tecia e cozinhava com a delicadeza de uma flor.
 
🏡Seus três filhos, João, a mais velha, com seus 12 anos de responsabilidade e cuidado materno, Pedro, o travesso e aventureiro de 8 anos, e a pequena Maria, de apenas 4 anos, olhos brilhantes de curiosidade, completavam o quadro de amor e união que reinava naquela humilde morada.
 
🏡A vida na roça era dura, com poucas posses e muitas necessidades. O alimento que chegava à mesa era fruto do suor e da dedicação de José, e as roupas, remendadas e remendadas, contavam histórias de frugalidade e amor. Mas, a pobreza material não diminuía a riqueza de suas almas.
 
🏡As noites eram iluminadas pela luz fraca de uma lamparina a óleo, e as histórias contadas por José, sobre valentes guerreiros e fadas encantadas, faziam a imaginação dos pequenos voar alto. O amor e a união eram os bens mais preciosos da família Silva, e a felicidade, mesmo em meio à simplicidade, florescia em seus corações.
 
🏡Um dia, uma forte tempestade atingiu a região, derrubando árvores e destruindo plantações. A casa de taipa, frágil e antiga, não resistiu à fúria da natureza e desabou, deixando a família desabrigada e sem seus poucos pertences.
 
🏡Desolados, mas com a fé inabalável, os Silva se refugiaram em uma pequena cabana de madeira, cedida por um vizinho. A tristeza e a incerteza pairavam no ar, mas a esperança ainda brilhava nos olhos de Maria.
 
🏡Com a ajuda dos vizinhos, José conseguiu reconstruir sua casa, mais simples, mas segura. A vida na roça, apesar das dificuldades, continuava a ser a única que conheciam. E, em meio à pobreza material, a família Silva aprendeu a valorizar os bens mais preciosos: o amor, a união e a fé.


🏡FIM🏡

Relato de um casal, à beira-mar, onde Clara e Miguel viveram um amor intenso

 

ROMANCE à beira-mar, onde Clara e Miguel viveram um amor intenso. O sol se punha suavemente sobre as ondas enquanto eles passeavam pela praia, mãos entrelaçadas, promessas de eternidade trocadas.

💑💔
No entanto, o destino, implacável como as ondas que beijavam a areia, separou os dois, quando Miguel partiu para uma jornada além-mar em busca de uma vida melhor. Clara, com os olhos marejados, esperava todos os dias no mesmo local onde se despediram.

💑💔Os anos passaram, e o oceano testemunhou a eterna saudade de Clara, que persistia, crescendo como as marés. As cartas trocadas entre eles eram como mensagens enviadas ao vento, perdidas nas vastidões do mar, refletindo a distância insuperável que os separava.

💑💔Clara, envelhecida e solitária, continuava a caminhar pela praia, o coração afundado em tristeza. Nas noites estreladas, olhava para o horizonte, onde a linha entre o céu e o mar se encontrava, desejando que Miguel pudesse ver a mesma lua que ela.


💑💔Um dia, uma carta envelhecida pelo tempo chegou às mãos de Clara, trazida pelas correntes do destino. Era a última mensagem de Miguel, escrita com palavras que refletiam a saudade profunda e a promessa de amor eterno. Mas Clara já não podia tocar o rosto dele, sentir o calor de suas mãos.

💑💔Assim, a tristeza e a eterna saudade envolveram a vida de Clara, como as brumas que abraçam a costa. Ela continuou a visitar a praia, agora mais como um santuário de memórias, onde o eco das risadas e juras de amor perdurava.

💑💔A cidade à beira-mar nunca esqueceu a história de Clara e Miguel, um conto de amor marcado pela tristeza e pela saudade que transcendeu o tempo, transformando-se em uma lenda que o vento sussurrava suavemente pelas ruas estreitas e becos da cidade.
 

💑💔Saudade  é o eco melancólico da minha solidão, onde cada lembrança amplifica a ausência, transformando o meu coração em um refúgio solitário."
 "Nas dobras da saudade que sinto , a solidão tece seu manto, e as lembranças se tornam fantasmas que assombram meu ser solitário."

    "A solidão que sinto é, como um eco incessante que ressoa na ausência que a minha  saudade carrega, formando um vazio que só a presença perdida poderia preencher."

  "Na trama das lembranças, encontro a saudade como um fio que tece a teia silenciosa da minha  solidão, deixando-me presa no tempo que já não é mais presente."

  "A saudade que eu sinto  é a tristeza da minha alma que sente a falta de algo que já não está mais presente , e a solidão é o eco desse vazio que ecoa sem fim." "Em meio à saudade, danço abraçada com a solidão, uma parceria dolorosa que transforma a ausência em uma coreografia triste no palco da minha existência."

💑💔FIM💑💔

Relato,Ana e João, um casal aparentemente feliz. Ana, uma mulher encantadora, e João, um dedicado marido

 

Ana e João, um casal aparentemente feliz. Ana, uma mulher encantadora, e João, um dedicado marido. No entanto, por trás das aparências, um dilema começou a se desenrolar. 

João, na luta de suas responsabilidades profissionais, começou a se distanciar emocionalmente de Ana. Em busca de consolo, Ana encontrou nos braços de um colega de trabalho, chamado Pedro. A amizade inocente rapidamente se transformou em algo mais profundo, alimentado pela carência emocional de Ana e pela atenção que Pedro lhe proporcionava.

Enquanto isso, João começou a perceber a mudança de comportamento de Ana, mas estava tão envolvido em suas próprias preocupações que não conseguiu entender completamente a situação. A traição se desenrolava em segredo, criando um véu de mentiras que pairava sobre o casamento.

À medida que o tempo passava, Ana se via dividida entre a lealdade a João e o desejo de sentir-se amada e desejada. Pedro, por sua vez, também se debatia com a moralidade de sua participação na trama, pois sabia que estava prejudicando um relacionamento aparentemente sólido.

O conflito atingiu seu ápice quando João finalmente confrontou Ana sobre suas suspeitas. Lágrimas foram derramadas, verdades foram reveladas e corações foram partidos. O casamento que um dia foi cheio de promessas e sonhos agora estava à beira do colapso.

Em meio à dor e ao sofrimento, cada personagem teve que enfrentar as consequências de suas escolhas. O processo doloroso de perdão e reconstrução começou, mas a confiança quebrada lançou uma sombra persistente sobre o que um dia foi uma união sólida.

FIM

Vou contar uma história longa da patinha que ajudava a mãe no serviço de casa, enquanto seu irmão patinho ajudava o pai no quintal

 

Vou contar uma história longa da patinha que ajudava a mãe no serviço de casa, enquanto seu irmão patinho ajudava o pai no quintal.

Havia uma pequena vila à beira de um lago, onde viviam uma mãe patinha, chamada Dona Penélope, e seus dois filhotes, Patrícia e Pedro. Patrícia sempre se mostrava interessada em ajudar a mãe nas tarefas domésticas, enquanto Pedro preferia passar seu tempo no quintal, auxiliando o pai, Sr. Patovaldo.

Dona Penélope era conhecida por sua habilidade culinária e por manter a casinha dos patinhos sempre organizada. Desde cedo, Patrícia observava atentamente sua mãe, absorvendo os segrêdos das receitas e os truques para manter tudo em ordem. Ela se tornou uma aprendiz diligente, ajudando a preparar refeições deliciosas e a cuidar do lar.

Enquanto isso, Pedro se aventurava no quintal sob a orientação do pai. Sr. Patovaldo era um amante da jardinagem, e o quintal era seu santuário verde. Pedro aprendia a plantar, regar e cuidar das flores e vegetais, seguindo os passos do pai com entusiasmo. Juntos, cultivavam um jardim vibrante que se tornou a inveja de tôda a vila.

À medida que os patinhos cresciam, suas habilidades se aprimoravam. Patrícia se tornou uma cozinheira talentosa, enquanto Pedro desenvolvia um incrível conhecimento sobre plantas e jardinagem. A vila passou a reconhecer a família como a mais trabalhadora e harmoniosa do local.

Certo dia, um evento especial foi organizado na vila, e a família dos patinhos foi convidada a contribuir. Patrícia preparou um banquete irresistível, enquanto Pedro providenciou arranjos florais deslumbrantes. A vila ficou encantada com o talento e a dedicação dos dois irmãos.

E assim, a história dos patinhos exemplificava como a colaboração, o respeito mútuo e a valorização das habilidades individuais podiam criar uma família feliz e uma comunidade próspera. Os patinhos, com seus esforços combinados, provaram que, mesmo sendo diferentes, cada um contribuía de maneira única para o bem-estar da vila à beira do lago.

Ao longo dos anos, a reputação dos patinhos como membros ativos e benevolentes da comunidade cresceu ainda mais. Patrícia, com seu talento culinário, começou a ensinar receitas tradicionais aos moradores da vila, criando laços entre as famílias por meio da comida compartilhada.

Pedro, por sua vez, transformou o quintal da família em um espaço comunitário, onde os vizinhos podiam aprender sobre jardinagem e participar de atividades ao ar livre. O jardim dos patinhos tornou-se um local de encontros, trocas de experiências e celebrações.

A vila florescia, e os patinhos continuavam a desempenhar papéis essenciais na harmonia local. No entanto, como em todas as histórias, desafios surgiram. Uma tempestade inesperada atingiu a vila, causando estragos no jardim dos patinhos e danificando parte da casinha.

Unidos, Patrícia e Pedro trabalharam incansavelmente para restaurar o que havia sido perdido. A vila se mobilizou em um espírito de solidariedade, oferecendo ajuda e recursos. Essa adversidade fortaleceu ainda mais os laços entre os moradores, e a vila emergiu mais resiliente do que nunca.

À medida que o tempo passava, Patrícia e Pedro formaram suas próprias famílias, transmitindo os valores de cooperação e cuidado que aprenderam com seus pais. A vila à beira do lago prosperava, guiada pelos princípios da união e da compreensão.

Assim, a história dos patinhos, que começou com Patrícia ajudando a mãe na casinha e Pedro auxiliando o pai no quintal, tornou-se um legado duradouro de generosidade, trabalho árduo e resiliência que inspirava gerações futuras na pacífica vila à beira do lago.
Espero que tenham gostado da história, não percam as próximas historinhas, até breve, beijos.

FIM
.


História da abelhinha Zuzu

Era uma vez, em um campo florido, a Abelhinha zuzu, conhecida por sua alegria contagiante. zuzu adorava voar de flor em flor, espalhando polén e coletando néctar para fazer o mel mais doce da colmeia.

Um dia, uma tempestade surgiu no horizonte, ameaçando as flores e a felicidade da colmeia. Determinada a proteger seu lar, a Abelhinha zuzu convocou suas amigas abelhas para trabalharem juntas.

Com união e esforço, elas construíram uma proteção improvisada para as flores, garantindo que a tempestade não as destruísse. A Abelhinha zuzu mostrou que, mesmo sendo pequena, sua coragem e trabalho em equipe podiam superar qualquer desafio.

Desde então, todas as abelhinhas aprenderam a importância da cooperação e solidariedade. A Abelhinha zuzu se tornou um símbolo de força e alegria, lembrando a todos que, quando trabalhamos juntos, podemos superar as tempestades e preservar a doçura da vida.

FIM 

Relato, Ele se sentia preso em uma rotina sem fim

 


Havia um homem solitário que vivia em um apartamento pequeno e escuro no centro da cidade. Ele passava seus dias trabalhando em um escritório sem graça e voltava para casa à noite para comer um jantar solitário e assistir TV.


Ele se sentia preso em uma rotina sem fim, sem amigos ou conexões significativas em sua vida. Ele se perguntava se havia algo mais na vida além do que ele estava experimentando.


Um dia, enquanto caminhava pelo parque próximo, ele notou um grupo de pessoas tocando música e dançando juntas. Ele se aproximou e foi calorosamente recebido pelo grupo, que o convidou para dançar com eles.


O homem ficou surpreso com a sensação de alegria e liberdade que sentia ao se mover ao som da música. Ele se sentiu vivo e conectado ao mundo ao seu redor.


A partir daquele dia, o homem começou a frequentar aulas de dança regularmente e conheceu muitas pessoas novas e interessantes. Ele encontrou uma paixão pela dança e descobriu um novo senso de propósito em sua vida.


Ele percebeu que a vida não precisava ser solitária e sem sentido, mas sim cheia de beleza e oportunidades. Ele agradeceu ao universo por ter lhe apresentado a dança e a comunidade incrível que ele encontrou através dela.


FIM

Relato de ilusão e desilusão da vida de minha amiga Maria

 

Vou contar um relato da vida de minha grande amiga; não é o nome verdadeiro, eu troquei, não se preocupem. 


   Minha aniga uma jovem mulher chamada Maria, que sonhava em ser atriz desde pequena. Ela estudou teatro e cinema na universidade e, após se formar, se mudou para Los Angeles para buscar sua carreira nos palcos e nas telas.

   Maria trabalhava duro todos os dias, fazendo audições, ensaiando e participando de pequenos projetos. Ela acreditava que, com esforço e dedicação, conseguiria realizar seu sonho de ser uma grande atriz.


   Mas, depois de anos de tentativas frustradas, Maria começou a se desiludir. Ela percebeu que o mundo do entretenimento era muito competitivo e que, muitas vezes, a escolha para um papel não dependia apenas do talento, mas de conexões e fatores externos.


  Com o passar do tempo, Maria começou a se questionar se havia tomado a decisão certa em se mudar para Los Angeles e investir tanto em sua carreira de atriz. Ela se sentia perdida e desiludida, sem saber o que fazer a seguir.


  Mas, mesmo diante da desilusão, Maria decidiu continuar tentando. Ela percebeu que, mesmo que nunca se tornasse uma grande atriz, sua paixão pelas artes cênicas ainda estava presente e que ela poderia encontrar outras formas de expressão. Maria começou a escrever e dirigir suas próprias peças, e descobriu que tinha talento para contar histórias de uma maneira única e pessoal.


  Ao aceitar sua desilusão e mudar seu foco, Maria encontrou um caminho criativo e significativo para si mesma. Ela aprendeu que, às vezes, nossos sonhos podem mudar, mas que ainda podemos encontrar a felicidade e realização em outros lugares.

  Maria passou por momentos difíceis após a desilusão de não conseguir as oportunidades que tanto buscava. Ela se sentia desmotivada e insegura, questionando suas habilidades e talentos. Muitas vezes, sentia-se tentada a desistir, mas sua paixão pelas artes cênicas falava mais alto.


  Ela começou a explorar outras áreas do teatro e do cinema, como a produção e a direção de arte. Embora não fosse o seu objetivo principal, Maria aprendeu muito sobre o funcionamento da indústria e se tornou mais versátil em seu trabalho.


   Certo dia, enquanto participava de um festival de teatro, Maria conheceu um produtor que gostou muito de uma peça que ela havia escrito e dirigido. Ele a convidou para trabalhar em um novo projeto, que acabou sendo um grande sucesso de crítica e público. A partir daí, Maria começou a receber mais convites e oportunidades para trabalhar em projetos maiores e mais ambiciosos.


  Com o tempo, Maria percebeu que, embora a desilusão fosse uma parte inevitável da busca por seus sonhos, ela poderia encontrar outras maneiras de realizar seu potencial criativo. Ela aprendeu que, muitas vezes, nossos planos podem mudar e que é importante estar aberto a novas possibilidades.


   Hoje, Maria é uma das mais renomadas diretoras de teatro e cinema de sua geração, com uma carreira bem-sucedida e premiada. Ela se orgulha de ter superado sua desilusão inicial e de ter encontrado seu caminho para a felicidade e realização pessoal.


Obrigada a quem enviou este relato. 

FIM 

História Um patinho muito curioso chamado Pip.

 História Um patinho muito curioso chamado Pip.


Vou contar uma linda história para vocêis tenho certeza que vão gostar!


    Era uma vez, em uma pequena fazenda, um patinho muito curioso chamado Pip. Pip era diferente dos outros patinhos, com suas penas coloridas e olhos brilhantes. Enquanto seus irmãos preferiam ficar perto do lago, Pip sonhava com aventuras além das margens.

   
Um dia, Pip decidiu explorar o mundo além da fazenda. Ele bateu suas asas pequeninas e partiu em uma jornada emocionante. No caminho, fez amizade com uma borboleta colorida chamada Bella, que se tornou sua companheira de viagem.Juntos, 

   
Pip e Bella descobriram uma floresta encantada, onde árvores altas sussurravam segredos e criaturas mágicas brincavam escondidas. Pip não conseguia acreditar em sua sorte! A cada passo, uma nova surpresa o aguardava.



 
   Eles encontraram uma clareira cheia de flores dançantes que respondiam ao som da música do vento. Pip, animado, começou a cantarolar uma melodia simples, e as flores começaram a dançar alegremente ao seu redor

   
   A jornada de Pip e Bella os levou a um riacho brilhante, onde conheceram um sapinho chamado Saltitão. Saltitão era um grade contador de histórias e compartilhou contos sobre os mistérios do mundo. Pip e Bella ouviram fascinados, imaginando mundos distantes e lugares mágicos.

    Mas a aventura não parou por aí. Pip, Bella e Saltitão descobriram uma caverna misteriosa cheia de luzes cintilantes. Dentro da caverna, encontraram um sábio coruja chamado Sábia, que lhes ensinou lições valiosas sobre coragem, amizade e o poder da imaginação.





    Ao longo de suas muitas aventuras, Pip cresceu e se tornou um patinho sábio e corajoso. Ele percebeu que, mesmo sendo pequeno, suas jornadas haviam sido grandes. Ao retornar à fazenda, Pip compartilhou suas histórias com os outros patinhos, inspirando-os a sonhar e explorar além do conhecido.


    E assim, Pip mostrou que, mesmo o menor dos patinhos, pode ter as maiores aventuras. A fazenda nunca mais foi a mesma, pois todos os patinhos aprenderam que a magia está em cada canto do mundo, esperando para ser descoberta por aqueles dispostos a acreditar na beleza das jornadas.




     Conforme Pip, Bella e Saltitão continuavam sua jornada, eles chegaram a uma floresta densa, onde árvores gigantes tocavam o céu. A floresta abrigava criaturas mágicas, como duendes travessos e fadas luminosas. Pip, com sua natureza aventureira, fez amizade com os duendes, enquanto Bella encantou as fadas com suas asas multicoloridas.

     Juntos, eles embarcaram em uma busca para ajudar uma família de esquilos a recuperar sua toca, que havia sido invadida por um troll mal-humorado. Pip, com sua sagacidade, sugeriu uma estratégia para distrair o troll enquanto os esquilos resgatavam seus pertences. A missão foi um sucesso, e os amigos celebraram dançando sob a luz da lua.





    Em seguida, Pip, Bella e Saltitão chegaram a um vale encantado, onde uma cascata de água cristalina fluía de uma montanha mágica. Ali, encontraram um grupo de patinhos brincalhões que desafiaram Pip para uma competição de natação. Mesmo sendo pequeno, Pip surpreendeu a todos com sua agilidade, conquistando o respeito dos novos amigos.

   
   A jornada continuou em direção a um deserto de areias douradas, onde descobriram um tapete mágico esquecido por um viajante. Montaram no tapete e voaram pelos céus, visitando nuvens fofas e observando o pôr do sol em cores deslumbrantes. Foi uma experiência que deixou todos maravilhados.

  
    Mas nem todas as descobertas eram alegres. Pip, Bella e Saltitão se depararam com uma floresta sombria onde um dragão adormecido guardava um tesouro. Com coragem e astúcia, conseguiram acalmar o dragão e, em troca, receberam uma gema brilhante que continha segredos antigos.




    Ao final de suas muitas aventuras, Pip percebeu que a verdadeira magia estava na amizade e na partilha de momentos especiais. Ao retornar à fazenda, seu coração estava cheio de memórias incríveis. Pip se tornou um contador de histórias, inspirando a próxima geração de patinhos a explorar o desconhecido, mostrando que o mundo é .



FIM


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

´mistério,historia,relato, Assombração em uma pequena cidade do interior do Estado do rio de janeiro

 

Cresci em uma pequena cidade do interior do estado do Rio de Janeiro, onde todos se conheciam e a vida parecia tranquila e pacata. No entanto, havia uma história que assombrava a cidade, uma lenda que era sussurrada em conversas ao pé do ouvido e que deixava todos arrepiados. Era a história da Casa das Almas.



A Casa das Almas era uma antiga construção abandonada, situada no centro da cidade. Diziam que ela havia sido habitada por uma família há muitas décadas, mas uma tragédia havia se abatido sobre eles, levando-os à morte. Desde então, relatos de aparições fantasmagóricas e fenômenos inexplicáveis permeavam a história local.


Decidido a desvendar a verdade por trás dessa lenda, comecei minha investigação. Conversei com moradores mais antigos, ouvi suas histórias assustadoras e estudei os registros históricos disponíveis. Descobri que a família que havia vivido na Casa das Almas chamava-se Silva e que uma tragédia inexplicável os havia vitimado.


Intrigado, decidi visitar a casa abandonada. À medida que me aproximava, sentia um arrepio percorrer minha espinha. A casa estava em ruínas, com janelas quebradas e portas enferrujadas. O silêncio predominava no ambiente, com exceção do rangido das tábuas velhas sob meus pés.


Adentrei a casa com cautela, observando cada detalhe. Os móveis estavam cobertos de poeira e havia marcas de deterioração por todo o lugar. Um cheiro de mofo impregnava o ar, aumentando a atmosfera sinistra.


Enquanto explorava os cômodos, percebi uma mudança na temperatura. Era como se o ar ao meu redor estivesse mais frio. Logo em seguida, ouvi um sussurro distante, como se vozes ecoassem pelos corredores vazios. Meu coração disparou, mas decidi seguir em frente.


Cheguei ao sótão, onde a tragédia havia ocorrido. Era um espaço escuro e abafado, com pouca iluminação. De repente, ouvi um choro agoniado e senti uma presença ao meu redor. Meus cabelos se eriçaram e um calafrio percorreu meu corpo. Estava cara a cara com uma aparição.


A figura era translúcida e etérea. Seus olhos tristes me fitavam, transmitindo uma profunda melancolia. Era o fantasma de uma criança, uma das vítimas da tragédia que havia assolado a família Silva.


Com voz trêmula, perguntei à aparição o que a mantinha presa àquela casa. A criança fantasma apontou para um velho baú empoeirado em um canto. Cheio de curiosidade e apreensão, abri o baú e encontrei uma carta antiga.


A carta revelava uma história de amor proibido e traição que levou à ruína da família Silva. A tragédia que se seguiu tinha sido consequência de segredos obscuros e da dor de corações partidos.


Decidi compartilhar essa descoberta com os moradores da cidade. A lenda da Casa das Almas foi revivida e agora com uma nova perspectiva. A tragédia da família Silva deixou de ser apenas uma história de assombração para se tornar um lembrete de como nossas ações podem ter consequências duradouras.


A Casa das Almas permaneceu como um marco histórico na cidade, mas agora era lembrada não apenas pelos fenômenos sobrenaturais, mas também pela tristeza e redenção da família Silva. A cidade aprendeu a respeitar a memória daqueles que haviam sido vítimas de uma tragédia impensável.


Enquanto deixava a cidade, senti uma mistura de alívio e tristeza. Minha investigação na Casa das Almas havia revelado a verdade e trouxera uma nova compreensão para aquela pequena cidade do interior. À medida que segui em frente, carreguei comigo a lembrança das histórias sombrias e misteriosas que assombravam aquele lugar, agora entrelaçadas com a redenção e o poder do perdão.

FIM

RELATO Um trabalho de macumba contra mim, por 'inveja''

 

    

   Meu nome é Ana e eu quero compartilhar com vocês a história de como uma amizade de muitos anos se transformou em uma das maiores provações da minha vida. Tudo começou quando eu conheci a Bianca, na época éramos adolescentes e nos tornamos amigas inseparáveis. Compartilhávamos tudo, nossos segredos, nossos sonhos, nossas alegrias e tristezas. Eu nunca imaginei que ela pudesse fazer algo tão cruel comigo.

   Anos depois, quando já éramos adultas, eu comecei a perceber que a Bianca parecia cada vez mais distante. Ela não atendia mais minhas ligações e quando nos encontrávamos, ela parecia sempre distraída.    

  

 Eu tentei falar com ela sobre isso, mas ela sempre desconversava. Foi então que eu descobri a verdade: a Bianca estava morrendo de inveja de mim. Eu nunca entendi por que a inveja é capaz de mudar tanto uma pessoa, mas com a Bianca foi assim. Ela não suportava ver meu sucesso, minha felicidade, minha vida indo para frente enquanto ela parecia estagnada. Ela queria me ver fracassar, queria me ver sofrendo. E para isso, ela fez algo que eu nunca poderia imaginar.

   Eu comecei a passar mal, sem explicação. Eu tinha dores no corpo, dores de cabeça constantes, minha energia parecia sempre esgotada. Fui ao médico várias vezes, mas ele não conseguia identificar o que havia de errado comigo. Eu não entendia o que estava acontecendo, até que um dia, uma amiga em comum me contou o que a Bianca tinha feito.


   Ela havia encomendado um trabalho de macumba contra mim. Ela queria me prejudicar, me fazer sofrer. Eu fiquei chocada, não sabia como lidar com isso. Eu nunca imaginei que uma amiga pudesse fazer algo assim. Eu me senti traída, enganada, usada. Como ela poderia fazer isso comigo?

   A partir daquele momento, minha vida se tornou um inferno. Eu tinha medo de tudo, medo de sair de casa, medo de ficar sozinha, medo de morrer. Eu me sentia amaldiçoada, como se algo estivesse me perseguindo. Eu tentava de tudo para me livrar desse mal, mas nada funcionava. Eu estava presa em uma teia de medo e sofrimento.


   Foi então que eu decidi procurar ajuda. Eu encontrei um pai de santo, que me disse que eu precisava quebrar o trabalho que a Bianca havia feito contra mim. Eu não sabia o que fazer, mas ele me guiou pelo caminho certo. Fiz um banho de ervas, acendi velas, orei, pedi proteção. E finalmente, consegui me libertar. 

   Foi um processo longo e doloroso, mas eu consegui superar. Ainda sinto as marcas do que passei, mas hoje eu sou mais forte. Eu aprendi que a inveja pode ser um veneno para a alma, mas que a fé pode nos curar. Aprendi que nem sempre as pessoas são o que parecem e que devemos sempre estar atentos


FIM

HISTÓRIA DO PALHACINHO DENGOSO




 

sábado, 12 de outubro de 2024

História, Um Romance de traição e dor


 
Em um mundo cheio de cores vibrantes e sonhos, você e sua melhor amiga, Sofia, eram inseparáveis. 

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